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sábado, 9 de abril de 2011

Neurocomputador que pensa como o cérebro está a caminho



As células nervosas, ou neurônios, se juntam em conexões independentes chamadas sinapses. (Crédito: Copyright TU Graz/IGI)

As células nervosas, ou neurônios, se juntam em conexões independentes chamadas sinapses. (Crédito: Copyright TU Graz/IGI)

Desenvolver máquinas inteligentes é a nova proposta de pesquisadores do Institute for Theoretical Science (IGI) da Graz University of Technology. A nova geração de neurocomputadores não só poderá pensar por si, mas também aprender, espelhada em princípios de cálculo e de mecanismos de aprendizagem encontrados no cérebro.

Wolfgang Maass e Robert Legenstein, coordenadores do projeto, explicam que o cérebro humano é constituído por uma rede de vários bilhões de células nervosas. Elas estão unidas por conexões independentes chamadas sinapses. Sinapses mudam o tempo todo – algo que os cientistas nomeiam de plasticidade sináptica. Este sistema altamente complexo representa uma base para o pensamento independente e de aprendizagem. Mas até hoje ainda há muitas questões em aberto para os investigadores. Eles argumentam que em contraste com os computadores de hoje, o cérebro não realiza um programa definido, mas está sempre adaptando funções e as reprogramando novamente. Muitos destes efeitos ainda não foram explicados.

Em cooperação com os neurocientistas e físicos, e com a ajuda de novos métodos experimentais, os pesquisadores querem investigar os mecanismos da plasticidade sináptica no organismo.

Os investigadores esperam adquirir novos conhecimentos sobre os mecanismos de aprendizagem no cérebro humano a partir desta pesquisa. Eles querem usar esse conhecimento de mecanismos de aprendizagem para desenvolver novos métodos de aprendizagem para os sistemas artificiais que processam a informação. O objetivo dos cientistas em longo prazo é desenvolver, em conjunto, computadores adaptáveis que tenham o potencial para revolucionar a sociedade da informação atual.

O projeto de três anos está sendo financiado pelo quadro de financiamento da UE “Future Emerging Technologies” (FET), que apóia especialmente abordagens inovadoras e visionárias em tecnologia da informação. Especialistas internacionais escolheram apenas nove das 176 aplicações, entre as quais o “Brain-i-Nets.” A parceria da iniciativa da pesquisa no valor de 2,6 milhões de euros inclue a University College de Londres, a Ecole Polytechnique Federale de Lausanne, o francês Centre National de la Recherche Scientifique, Ruprecht-Karls-Universität Heidelberg em conjunto com a Universidade de Zurique.


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