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terça-feira, 12 de abril de 2011

CiberGuerra



ciberguerraVocê sabe o que é CiberGuerra?

Em meados século 21, aonde tudo esta conectado, aonde tudo depende de um sistema, aonde tudo é automatizado, para que os terroristas ou países inimigos gastariam bilhões de dólares em armas, tanques de guerra e aviões, se com um simples vírus de computador é possível fazer um país parar, ou até mesmo virar um verdadeiro caos?

Quem já assistiu o filme “Duro de matar 4.0“, sabe mais ou menos do que eu estou falando. Apesar de ser um filme, ele mostra muito bem, o risco que um país corre ao se expor excessivamente usando sistemas vulneráveis, suscetíveis a ataque de Hackers, Crackers ou Guerrerios cibernéticos.

Mas como é possível guerrear pela Internet?

Quando dois países declaram guerra qual é o propósito disso tudo? – O propósito é mostrar poder e obrigar o outro país a fazer o que eles querem, para isso eles usam o máximo de poder de fogo possível.

Hoje em dia, diversos sistemas estão interligados entre si e interligados a rede, para tornar todo processo automatizado e acessível de qualquer lugar para possíveis manutenções ou controle emergênciais, dentre esses sistemas estão: sistema elétrico, sistema de usinas, sistema de trânsito,sistemas de tráfego aéreo, sistema de órgãos públicos, sistema de órgãos de segurança, dentre outros.

Se um país declarasse guerra contra um país inimigo, ele poderia apenas investir em Hackers ou Crackers, para procurar por falhas nos sistemas do país inimigo e desenvolver softwares para explorar essas falhas. Digamos que um país encontre uma falha no sistema elétrico de um país inimigo, explorando a vulnerabilidade seria possível controlar a eletricidade de toda uma cidade ou até mesmo do país inteiro. Indo mais longe, imagine uma falha no sistema de uma usina nuclear, dependendo da vulnerabilidade, um país inimigo poderia explorar a falha, controlar as maquinas da usina e até mesmo explodi-las.

Resumindo, se tudo esta interligado, e como todos já sabemos nenhum sistema é 100% seguro, é sim possível guerrear pela rede, ao invés de guerrear fisicamente.

Quando isso irá acontecer?

Sinceramente? Pode estar acontecendo agora mesmo. Países mais visados como os Estados Unidos da América, sofrem constantemente diversas tentativas de invasões por “segundo“, os alvos na maioria das vezes são os sistemas do pentágono e FBI, além também de sistemas elétricos, trânsito e de usinas.

Todas essas invasões fizeram com que diversos países pesquisassem mais a fundo, sobre o que esta acontecendo, foi exatamente ai que descobriram que é melhor se preocupar mais com os seus sistemas do que com as muralhas nas fronteiras do país.

Já existe algum país com um exercito cibernético?

Quando acontece alguma invasão avançada, que teoricamente necessita de um grupo de Hackers, com recursos talvez ilimitados, sempre fica a desconfiança de que os responsáveis pelo ataque seja o governo de algum país que tenha alistado ciberguerreiros, o exemplo mais recente disso foi a invasão a contas de usuários do Gmail (serviço de e-mail do Google), aonde o principal alvo foi contas de pessoas influentes e importantes para a política, a principio o Google considerou a China como a responsável pelos ataques.

Pensando em todos os riscos, diversos países como os EUA, estão montando um exercito de ciber-segurança, com o objetivo de proteger os seus sistemas com mais dedicação eeeee … Bom, eu acho que nem a pessoa mais ingênua do mundo, acredita que esse exercito seja só para segurança , possivelmente esse exercito também esta se armando para ataques a países inimigos.

Chegamos então a conclusão que sim, já existem diversos países com exercito cibernético.

Quais riscos nós corremos com a ciberguerra?

A ciberguerra não trás toda aquela agressão e terror psicológico de uma guerra física, aonde você vê tanques de guerra passando por cima de pessoas, aviões bombardeando cidades, guerrilheiros atirando em todos que estão na rua, etc. A guerra cibernética é mais discreta, porem tem o mesmo nível de periculosidade de uma guerra física.

Imagine você no transito e de repente os semáforos ficam malucos, ou imagine ficar sem energia elétrica por meses, imagine também uma usina nuclear explodindo, em fim, os riscos que corremos são diversos, só que ao invés de vermos aviões de guerra ou guerrilheiros vamos ver computadores trabalhando de forma descontrolada, causando problemas inimagináveis.

Outro risco eminente é o de ataques terroristas. Se um país com todo um governo, mesmo que ditador e uma hierarquia já é perigoso em uma guerra, imagine então terroristas que não tem nada a perder, no controle dos sistemas de um país.

Quais os interesses de um país, para usar seus ciberguerreiros?

As informações confidenciais de um país sem dúvida alguma sempre estarão como alvo primário. Imagine um país inimigo ter em mãos todos nomes de agentes secretos de outro país, ou até mesmo ter em mãos projetos de guerra, projetos tecnológicos ou planos de governo.

O que os países podem fazer para se proteger da ciberguerra?

Como nenhum sistema é impenetrável, um país nunca, mas nunca mesmo, pode confiar apenas na empresa que desenvolveu o sistema e seus funcionários que prestam suporte. O mais recomendável é mesmo alistar ciberguerreiros, que devem criar sistemas e protocolos de segurança para os sistemas e protocolos de segurança já existentes nos sistemas, além de manter uma constante vigilância desses sistemas para poder reagir o mais rápido possível a uma invasão.

E os Hackers, como ficam?

Se tratando de uma guerra cibernética e de invasão a sistemas, nada melhor do que recrutar Hackers para fazer a segurança dos sistemas de um país, afinal, se você quer proteger os seus sistemas de Hackers e Crackers, é melhor você contratar uma pessoa que saiba como eles agem e na prática, do contratar uma pessoa que saiba o que eles teoricamente podem fazer.

E o Brasil?

Não ser um país com tecnologia de ponta, tem lá suas vantagens . Como todos já devem saber o nosso país não tem muitos inimigos, até porque, fora a floresta Amazônica e a Petrobrás, nós não temos nada que desperte o interesse de outros países. Porém, mesmo que lentamente, o Brasil esta evoluindo tecnológicamente, e junto com essa evolução os nossos governos também devem dar uma atenção maior a segurança dos sistemas, para ir evitando desde já invasões aos mesmos.

Essa é a Guerra Cibernética ou CiberGuerra. A segurança da informação nunca foi tão importante como nos tempos de hoje.

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